Dona Céci
quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
Diário de bordo. Viagem a Portugal com Larissa e Abílio. de 31/05 a 14/06/2018
Em 30/05/2018 deixamos Brasilia no voo das 17 h. pela TAP com destino a Lisboa, lá chegando às 10h. do dia 1º de junho, quinta-feira.
Pra esticar as pernas, depois do interminável caracol da alfândega, procuramos um café no aeroporto onde caímos de boca nos famosos pastéis de nata. Terminada a gulodice, tomamos o metrô rumo à Estação de Arroios, estrategicamente escolhida pela proximidade com o endereço escolhido para nossa primeira etapa em Lisboa. Surpresa!!!! Estação temporariamente desativada para obras. Seguimos para a Estação Alameda onde saltamos com malas e bagagens numa maravilhosa praça ladeada por inúmeros bancos que ladeiam extenso gramado e encimada por uma magnífica fonte. Um convite para apreciar o movimento dos atletas que se exercitam nos aparelhos de ginástica, dos carrinhos de bebês no habitual passeio da manhã, dos idosos que tomam o sol da manhã. Uma vez devidamente atualizados os chips dos telemóveis, rumamos para o nº 62 da Rua Antonio Pedro, onde nos hospedamos. Acolhidos pontualmente pela graciosa Oleksandra, que já se comunica em português e até consegue entender o nosso brasileirês, deixamos as malas e atravessamos a rua para o almoço no Café & Pastelaria Jóia do Chile. Alheiras ( uma espécie de limguiça de carne de porco ou cordeiro), arroz, feijão, ovos estrelados e fritas, regados a uma jarra de vinho da casa com direito ao cafézinho para finalizar foi tudo de bom pra por o estômago no lugar.
Uma soneca depois do almoço e um rolê pelo centro da cidade: Praça do Rossio tingida de lilás pelas flores dos jacarandás que modelam o seu contorno; a Estação Central de Lisboa, com sua fachada lindíssima em estilo manuelino, composta por oito portas ogivais encimadas por duas alas de janelas e uma torre central que abriga um relógio incrivelmente decorado é uma obra arquitetônica extraordinária que não nos deixa distanciar sem admirá-la ainda uma vez. Para completar, num dos pórticos da Gare, um Monumento do Fado - uma instalação que representa as figuras de uma cantante e um violonista.Seguindo pela Rua Augusta, homenagem ao rei augusto D. José I, é a mais famosa rua da baixa de Lisboa, fechada para o transido de veículos, é grande a movimentação de pessoas que buscam lojas de marcas internacionais, artistas e artesãos.termina num Arco Triunfal, inaugurado em 1873 para celebrar a reconstrução da cidade após o terremoto e que vai dar na a Praça do Comércio, a mais importante da cidade, construída onde ficava o Palácio Real que foi destruído no terremoto de 1755. Essa era considerada a porta do comércio marítimo e se abre ao sul, onde se pode banhar os pés nas águas do Tejo, ao som de voz e violão nas notas de canções da nossa música popular brasileira que além de nossa nostalgia, vai contagiando os transeuntes que vão se juntando para encerrar esse primeiro dia em terras d´além mar.
Na sequência, Setúbal, Mérida (Espanha) - a capital do Império Romano na Península Ibérica, Aveiro, Ah...Coimbra, "de sonho, cultura e tradição" , o Porto com suas caves e ... novamente mais um gostinho de Lisboa antes da despedida.
domingo, 16 de setembro de 2018
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